Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Ainda Estamos Aqui!




Cinco meses depois do último relato, altura para dizer que ainda estamos por aqui!
No defeso, registo para a participação em Janeiro no já mítico tribike. Desta vez vez o team podia dar mais foi composto por Pedro Alves, João Fadigas e um amigo cujo nome não vem à memória...Houve quem decidisse correr pelo inimigo, mas isso são outras conversas.Nota de destaque também para a presença de outros nomes bem conhecidos do pelotão nacional como seja Luis Gregório. Desta vez equipamos todos a rigor e no final entre os muitos comentários o mais proferido era que "A altura do ano não é muito enquadrada para os atletas de estrada...". Salvamos-nos no 38º da Geral em cerca de 120 inscrições. No período pós tribike os treinos têm acontecido com alguma regularidade e em diferentes variantes. Uns mais dedicados à talega sempre em pé, outros aos CRI a subir montes com 20% de inclinação média. Para animar a coisa ultimamente albuns treinos são feitos com atletas pros e ex-pros e também há quem prefira misturar treinos em modalidades mais aquáticas. Tudo (ou quase tudo) serve para apurar a forma. Muito provavelmente algumas das clássicas de Abril (que não as do Protour) serão alvo de participação em breve desde que não nos exijam testes físicos e licenças para as quais tenhamos de desembolsar mais de 30 eur. A crise chegou e parece que até 2015 não há subsídios para ninguém.
Para os fieis seguidores: Em breve vamos seguramente dar vos mais!

Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

Último grande treino de 2011



E eis que 2/10 da equipa oficial do "podia dar...." aproveitando este prolongamento anormal do verão decidiram fazer uma volta mítica e grande (grande pelo menos para nós), ida à Barragem de Sta. Luzia, Pampilhosa da Serra, pelo Fajão, através das paisagens mais bonitas da zona, beleza digna de rivalizar com a dos Pirenéus. Foram 135,5 kms percorridos em 4h44m à média de 28,60 km/h, o que deixou impressionados os atletas participantes dado desnível do percurso.
Chegada então a chuva eis que será a altura para estes atletas depois destas maluqueiras descansarem o corpo quem sabe parando a bicicleta por um tempito ou então fazer umas voltas de cicloturismo para os mais viciados, e estudar as muitas propostas que nos tentam para a próxima época para outras equipas imaginárias.

Domingo, 25 de Setembro de 2011

Últimos cartuxos da época 2011, Brasfemes e Gafanha




E eis que acaba bem a época 2011, com a participação no Circuito de Brasfemes no dia 24/09 e das Gafanhas em 25/09.

Brasfemes, circuito técnico de 1,1 kms, piso razoavelmente mau, onde básicamente se subia ou descia, 25 voltas. Participação briosa da equipa "podia dar mais..." com P. Morgas a fazer 4º, atleta que só agora chegou a correr pela equipa devido a uma lesão cerebral que o impediu de participar nas corridas anteriores. P. Morgas entrou na fuga certa onde se manteve até ao fim onde fez questão de ficar em 4º lugar em 4 fugitivos. João que foi o 2º elemento da equipa a terminar para não quebrar a regra chegou a seguir naquilo que restou do pelotão e fez 12º lugar da geral e último do pelotão. Pedro Alves acabou com uma volta de atraso e possivelmente último desse grupo onde ia inserido. Por este andar pensamos que Simões também terá sido o último a desistir dos que desistiram. Média da Fuga 37 km/h, o pelotão fez média de 35,50 km/h. De Salientar que até ao 12º classificado só havia dois elementos não federados, um deles era João o outro não se pode dizer por questões de que não se pode por questões de direitos de imagem.

Gafanha D' Aquém o "Podia dar mas..." compareceu em Ilhavo com os atletas P. Morgas, João e L. Simões. Corrida com os habituais 80 kms e cerca de 100 participantes e que como é hábito com médias de 40 kms hora, com metade do circuito de 8kms em muito bom estado, e a outra metade digna de ser feito de bicicleta de BTT. Fuga logo à 2ª volta com todos os favoritos à vitória da corrida (7 fugitivos), onde o "podia dar mais..." meteu o seu atleta P.Morgas, que fruto da sua boa forma actual acabou por conseguir o 2º lugar da corrida, fazendo com que a equipa tivesse mais uma boa participação. Quanto ao pelotão vários atletas tentaram ainda fugir para disputar as 3 lugares que sobravam que davam direito a taça, entre os quais João que tentou duas vezes fugir ao pelotão tendo inclusive numa delas conseguido andar 5 kms isolado, mas sem sucesso devido à sua alta cotação o pelotão não o permitiu e fez questão de anular a fuga, pelo que sobrou L. Simões para disputar o sprint no pelotão que sempre bem colocado e a defender-se bem acabou por conseguir o 9º lugar da geral e segundo do pelotão, mostrando nesta corrida que o "podia dar mais..." tinha uma equipa completa com vários recursos para as várias situações da corrida. Nota final para o pelotão que chegou ao fim com cerca de 40 atletas o que demonstra que cada vez mais estas corridas têm um nível competitivo mais alto.
Média final da fuga 41 km/h, média final do pelotão 40 kms/h. Classificação: 1º Samuel M. , 2º P. Morgas (Podia dar mais...), 3º Arménio Alves, 4º João Lemos (o Rei da pirataria que renovou o titulo por mais um ano), 9º L. Simões (Podia dar Mais), 16º João (Podia dar mais...).

Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011

Mais fotos do Tour...








Onde antes se lia .."qq coisa Boicote qq coisa" Deve ler-se: Coloco aqui algumas fotos mais do Tour e para quem estiver interessado em acompanhar a reportagem deste Tour fantástico para ver mais abaixo :). Começo com uma foto de homenagem ao atleta Pedro , que é a que está mais em baixo, com a indicação da sua localidade favorita.

Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

Le Tour de France " do "pourrait donner plus..."









E o momento alto da época aconteceu de 24 a 27 de Agosto 2011, com o 1º “Tour de France” da equipa do “podia dar mais…”, com etapas de dureza extrema só ao alcance dos que conseguiram ir a França, e que receberam claro o Wilcard, embora outros dois elementos o tenham recebido mas com receio da dureza desta prova preferiram não ir (não fossem sair de lá envergonhados……… por não saberem falar francês) . Esta prova decorreu no mítico vale que segue da famosa povoação de Argelès-Gazost (a preferida sem duvida do atleta Pedro Alves talvez porque dava para meter em Argelès o Gazole mais barato da zona) até à povoação de Luz Saint Sauver, onde começa mesmo mesmo mesmo o Tourmalet, e mesmo mesmo mesmo a 200 metros de Luz Ardiden.
1ª Etapa subida a Luz Ardiden a subida “D. Sebastião” (15 km de subida). Saída às nossas 17h00 (18h00 em França), mesmo a queimar, os atletas arriscaram tudo depois de uma viagem que durou + 2 horas do que previsto devido ao “Bouchon” (engarrafamento de trânsito em francês para quem não sabe) que havia à entrada de França, mas devido à presença de muito público os atletas decidiram correr a etapa. Subida a bom ritmo até ao 4 km, onde Simões começa a sentir dificuldades e Pedro decide distanciar um pouco para estudar reacções, distância que manteve até 5 kms da meta, onde vendo que João demonstrava que não estava para lutar pela liderança no 1º dia para não desgastar a sua equipa e se manteve no pelotão com Simões, e aproveitando e muito bem a entrada no nevoeiro serrado que mantinha a visibilidade nos 50 metros de distância decidiu dar tudo até não poder mais, e assim chegar em primeiro com 2 minutos de avanço sobre os seus adversários, o que surpreendeu os mesmos visto que ficaram com a ideia que tinham criado um “Thomas Voeckler Alves” que poderia vir a dar problemas. O prémio desta etapa foi entregue por Mário Cipollini, e por um outro senhor que trabalha no Pic du Midi (e pelos vistos só trabalham até ao meio dia em dias de nevoeiro) a Pedro Alves. Etapa de 32 kms.
2ª Etapa subida au Hautacam a subida do protesto dos cavalos - Etapa de 70 kms, com subida a mais um mítico, início de subida com Pedro de novo ao ataque o que fez com aos 3 kms de subida houvesse a 1ª vitima de tal ataque, Simões entra em perda, Pedro continua a fazer ataques constantes a João a que este vai resistindo, até que aos 8 km eis que Pedro acaba por ser a 2ª vitima dos próprios ataques começando a entrar em perda, ao que João mantendo o ritmo certo que trazia acaba por ir cavando diferença que chegou a ser de 1 minuto, mas nos últimos 2 kms mais rápidos Pedro dá tudo o que tem e acaba por perder somente 30 segundos para João que vence a etapa, Simões acaba por chegar 10 minutos atrasados e fica de fora da luta pelo Tour. No cimo do Hautacam foi entregue o prémio da etapa pelo representante francês desta etapa o nosso amigo Yannick le Gallic da Bretanha com o qual tiramos foto. Para referir que no regresso a Luz Saint S. houve meta volante ganha por Simões que assim assumia a luta pela liderança dos pontos. Pedro mantem a liderança com 1m30s de avanço sobre João e 12 minutos sobre Simões. Ainda uma nota para um protesto de cavalos que estavam a interromper a estrada a 2 kms do fim obrigando os ciclistas a desvios pela berma ou pelo meio da manifestação, não percebemos o porquê do protesto, mas à descida já tinham desmobilizado. Etapa de 70 kms.
3ª Etapa Col Du Soulor a subida foguete - A etapa mais rápida deste tour, onde os primeiros 20 kms que eram a rolar foram feitos à média de 37,5 kms hora, com entrada muito aplaudida em Argelès-Gazost, onde se iniciava a subida para o início do Col do Soulor, mas ainda não era o Col do Soulor, são basicamente 5 kms de subida dura antes do dito Col que não contam para nada, mas estão lá e fazem doer as pernas. Uma pequena anotação para o facto de uma grande adepta do ciclismo que acompanhava vinda de trás numa viatura com um “A” na traseira (“A” de tenho a carta à uns dias mas sou uma acelera do carago) nessa subida chegando a uma curva apertada se ter assustado com o pelotão ter aproveitado para os incentivar com um grande grito “Cicliste de Merd…” entre outras palavras muito agradáveis e de incentivo. Entrados no Col du Soulor 7 kms durinhos e já com muita subida nas pernas mas ainda com média de 27,5 kms hora em que Pedro entra de novo ao ataque, Simões começa a passar mal logo no início, João defende-se novamente, até que de repente e tal como no dia anterior Pedro começa a passar mal, João começa a ganhar algum terreno devagar a este, e eis que Simões que não tinha ficado muito para trás ganhando forças não se sabe bem de onde decide também atacar Pedro e chegando-se a João e atacando este também, João aproveita a boleia para tentar ganhar tempo a Pedro e vai na cola até Simões começar também a quebra, a 1 km do cimo João decide dar tudo para tentar assumir a liderança e passa finalmente ao ataque, e ganha a etapa. Vitória de Etapa para João, 2ª Simões a 1,07 e 3ºPedro a 1,22 segurando a liderança para o último dia por 6 segundos. Meta volante de regresso ganha por Simões que assim ficou com a camisola dos pontos e a etapa deu 80 kms.
4ª Etapa O Tourmalet - a subida da decisão final. E eis chegado o último dia e das decisões finais numa subida dura com 18 kms e tempo frio. Início da subida a bom ritmo onde Simões já com os objectivos compridos deixou-se ficar logo, João passa ao ataque no km 1, Pedro vem a marcar João defendendo com unhas e dentes a liderança, mas eis que e devido ao ritmo alto, Pedro cede ao km 3 e começa a perder terreno, João vem em velocidade de crono escalada (pelo menos trazia a ideia que vinha), e meio da subida Pedro trazia já 4 minutos de atraso e o Tour estava perdido para ele, mas este sempre sonhando que poderia haver um furo do seu adversário nunca desistiu, mas a sorte final surgiu a João que chega ao cimo do Tourmalet com 6 minutos de avanço sobre Pedro e 13 minutos sobre Simões . Os muitos adeptos que se encontravam no cimo do Tourmalet fizeram questão de ficar lá para nos tirar fotos (que nós pedimos claro) .
Classificação final do Tour a muito “gás” : 1º João
2º Pedro a 5m54s
3ª Simões a 24m45 s
Camisola dos Pontos (metas Volantes): 1º Simões 6 Pontos
2º Pedro e João – 2 Pontos
Total de kms do Tour 222 kms.





Inscrições para o próximo Tour já abertas, valor da inscrição 50 € por atleta sem direito a nada.



Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011

1ª Corrida de Avelãs de Caminho 14/08/2011


A equipa do "podia dar mais...." esteve presente na 1ª edição da corrida de Avelãs de Caminho, corrida da 1ª divisão pirata. Circuito de 4 kms e tal com 10 voltas e cerca de 30 participantes, com bom traçado pouco perigoso (tirando os carros que apareciam no circuito e não respeitavam os avisos dos Motards que vaziam a segurança da prova). Estiveram presentes da equipa Pedro Alves e João e embora não sendo da nossa equipa, mas visto como um pai (do ciclismo) o Sr. Gregório também lá esteve. Prova relativamente calma até meio, onde se destacavam alguns "safanões" sem consequências, até que os 23 kms os dois maiores favoritos à vitória, Lemos e Fernando (o grande) ambos da equipa do Avelãs de caminho (equipa que constituía quase metade do pelotão) fogem os dois conseguindo alguma vantagem, ao que João ao ver a situação da corrida parte também do pelotão e entra também na fuga, colaborando com esta para que tenha sucesso, Pedro Alves fica no pelotão a tentar travar o mesmo o que lhe valeu algumas bocas tipo "oh pá vê lá se puxas também" ao que Pedro teve que explicar com calma no meio da corrida "não posso tenho um colega na fuga" como qualquer bom Gregário faz e não Gregório porque esse também saltou depois para fuga juntamente com um outro corredor que parecia um ciclista de pista tanto de fisionomia como de força. Na ultima volta João ainda tentou fugir à fuga tentando imitar Vasco Pereira para ver se conseguia um lugar de honra pois a chegada a descer não era a seu jeito, mas acabou por não dar resultado, mas a fuga chegou com os 5 elementos ao sprint, tendo o Rei da pirataria João Lemos guardado mais uma vitória com meia bicicleta de avanço sobre Fernando (o Grande) que fez o 2º lugar com meia bicicleta de avanço sobre os outros 3 elementos, tendo o 3º; 4º;5º lugar ter de ser visto ao foto finish recorrendo às mais modernas técnicas da tecnologia existentes, a máquina fotográfica.
Foi atribuído a João o 5º Lugar e a Gregório o 4º, embora ambos tenham ficado com a ideia de terem feito um lugar a cima, no entanto a João foi feita justiça, pois deram-lhe uma taça a dizer 4º . Pedro Alves cumpriu com honra a sua missão, chegando no que restou no pelotão cerca de 15 segundos depois da fuga no 9º lugar, depois de também ele ter antes da fuga do dia ter passado na frente da corrida em perseguição a corredores que tentavam a sua sorte para fugir. Média final da corrida 38,50 kms para 46 kms, e uma participação honrosa da equipa do "Podia dar mais..."

Sábado, 16 de Julho de 2011

Gonçalobocas-Ciudad Rodrigo no Comboio da ASC/Vulcal!
















Num dia em que no tour 2011 se subia o mítico Plateu de Beille (ganho pelo belga Jelle Vanendert tramando quem na véspera o tinha tramado) 3 elementos conctretizam uma etapa cuja ideia pertenceu a Vasco Pereira, inspirada nas corridas que ultimamente tem feito em terras espanholas, Guarda <-> Ciudad Rodrigo(ir e vir). Uma etapa tipo ida à descoberta, uma vez que ao certo, ninguém sabia o caminho. Alves e Célio aceitam o desafio, sendo que o primeiro, levaria o carro que transportaria os atletas até ao início da tirada que o próprio mudaria para Gonçalobocas, aldeida pertinho da Guarda que fica na N16 e segundo o nosso amigo google maps indicava a existência de Bombeiros, necessários ao banho final e, eventualmente, socorro de algum dos intervenientes, em particular de Alves, que durante a viagem apontava de forma céptica para uma autonomia de 100km ou menos dependendo do ritmo de corrida. Ainda na deslocação, tempo para uma paragem para atestar o Gás (agradecimento à Gasprocar de Nelas pelo preço económico) onde compramos fusíveis de 10 amperes para os piscas do carro. Aqui o obrigado vai para o Célio e à sua tendência para estas coisas da electrónica, pois comprou logo 1 pack de 8, que a viagem acabou por justificar em quase todas as viragens à direita. Chegados a GonçaloBocas, ficamos de imediato a saber que ali bombeiros não há (uma partidinha do google maps), mas tal não foi impeditivo de iniciarmos a tirada. Motivados pelo terreno e vento inicial favorável, arranque a grande velocidade do comboio ASC/Vulcal, com as Loucomotivas Vasco Pereira/Célio Simões em acção, levando o Vagão Alves e certificando-se que o mesmo estava bem seguro no comboio. Lá fomos pela N16 onde apanhamos uma feira em plena estrada, motivo para o Alves pensar, que mais valia ter trazido uns cds e ficar já ali. Quase sem dar por isso passavamos Castelo Bom, a fronteira, e estavamos em Ciudad Rodrigo (com média de 35km/h!!!) a comer e a beber num café local depois de algumas voltas no centro, onde fomos confundidos com fugitivos do Tour e demos conta que o calor por aqui é mesmo muito e que se traduz nas reduzidas saias que surgem de todo o lado e de todas as idades. Depois das baterias recarregadas, iniciámos o regresso nos mesmos moldes, mas agora com a dificuldade do terreno e vento contra. Apesar das dificuldades naturais da etapa terem aumentado para o triplo, nem por isso o ritmo das loucomotivas foi menor uma vez que a média ainda era superior a 33 em Vilar Fomoso. Aqui um descuido no trajecto, levou-nos a fazer o regresso pela N332 e a visitar Almeida, onde apanhamos a N340 seguida da N324, e finalmente retormarmos a N16. Esta involuntária mudança no percurso aumentou a prova em cerca de 25 kms e as subidas da mesma.


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Ao km 110 na N340, depois da passagem da ribeira perto da Almeida, Alves da sinal de ficar numa subida que parecia não ter fim. A esforço e com o abrandar das loucomotivas, la recolocou para descolar de vez cerca de 8km do final, onde aqui também já só uma das loucomotivas trabalhava contra o vento. A abençoada placa de GonçaloBocas, foi por todos avistada com natural satisfação, sendo que Alves ainda ali chegou com média de 31.8km/h em 142 km! Um treino que ficará certamente na memória de todos e segundo o mentor da ideia será de repetir anualmente caso os interregnos das corridas o permitam. No carro o regresso foi feito comentando as incidências da tirada, inevitável paragem na Gasprocar e mais uns fusíveis queimados.